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O Fim da Canção
Guilherme José Purvin de Figueiredo Pesquisador em Pós-Doutorado - Geografia/USP S.Paulo, 11/4/2026 As ideias a seguir constituem o rascunho de uma reflexão em curso sobre as estratégias do totalitarismo contemporâneo para eliminar toda forma de expressão artística autêntica, como condição necessária a um projeto de dominação plutocrática total. Críticas e sugestões são bem-vindas - gpurvin@gmail.com . Inteligência artificial, capital e a destrução de uma tradição Em fevere
Guilherme Purvin
há 2 dias7 min de leitura
IA e o fim da sensibilidade como resistencia
Esboço sobre IA e MPB
Guilherme Purvin
há 2 dias10 min de leitura


As noites brancas de Ronan Rivière
Comentários sobre a adaptação teatral de "As noites brancas"
Guilherme Purvin
13 de fev.5 min de leitura


A língua em evidência
Reflexões sobre a língua francesa e sobre a minha língua saboreando a culinária francesa.
Guilherme Purvin
1 de fev.6 min de leitura


Cassoulet au glyphosate
Brasil vence acordo Mercosul-UE enquanto saúde, ambiente e agricultores pagam o preço.
Guilherme Purvin
16 de jan.3 min de leitura


A escalada da violência simbólica
Das ofensas anônimas ao humor contra vítimas, presenciamos uma escalada cada vez maior de violência simbólica.
Guilherme Purvin
14 de jan.4 min de leitura


Bovary Madame (Théâtre des Célestins, Lyon)
Guilherme José Purvin de Figueiredo Numa noite um pouco menos gélida do que a da duas últimas semanas em Lyon, fomos para o Théâtre des Célestins ver a peça "Bovary Madame". Saímos dela com a impressão de que não se tratava de uma adaptação teatral, mas de um pastiche de signos que se digladiam sem resolver nada. O diretor, Christophe Honoré, conquistou fama com a direção do filme "Les Chansons d'Amor" (ou "Les Biens-Aimés"), vencedor em 2007 do César de melhor música interna
Guilherme Purvin
10 de jan.5 min de leitura


Cobras e pets
Guilherme José Purvin de Figueiredo ( esta história começou aqui ) Encontro em um imóvel próximo ao Museu La Confluence o símbolo da Enfermagem: uma cobra enrolada num bastão. Nada de cruz vermelha, que exigiria a contrapartida do crescente vermelho, muito embora esteja numa cidade cristã próxima a Avignon, a sede do Catolicismo entre 1309 e 1377. Pergunto se alguém sabe a razão pela qual é utilizada a cobra como símbolo, ela que é tida como a criatura mais repulsiva na Bíbli
Guilherme Purvin
3 de jan.6 min de leitura
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