Sobre Guilherme Purvin: 

Guilherme José Purvin de Figueiredo é advogado e escritor.

Formado em Direito pela USP no ano de 1982, exerceu advocacia liberal no período de 1983 a junho de 1990, ingressando no mês seguinte, mediante concurso público, nos quadros da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo. Em 1993 obteve o grau de especialista em Direito do Trabalho (Pós-graduação lato sensu - FADUSP).

Em 1996 foi laureado com o Prêmio PGE, por sua monografia "As pessoas jurídicas de direito público no direito individual, coletivo e processual do trabalho", ampliada e publicada no ano seguinte pela Editora LTR, com o título "O Estado no Direito do Trabalho".

Em 1998 obteve o grau de Mestre em Direito do Trabalho pela USP, com a dissertação "Tutela da vida e da saúde dos trabalhadores no meio ambiente do trabalho: situação na União Europeia e perspectivas para o Mercosul". A dissertação foi publicada pela Editora LTR, com o título "Direito Ambiental e a Saúde dos Trabalhadores", encontrando-se atualmente em sua segunda edição.

Em 2002 obteve o grau de Doutor em Direito do Estado pela USP, com a tese "Dimensão ambiental da função social da propriedade". A tese foi publicada pela Editora Revista dos Tribunais com o título "A Propriedade no Direito Ambiental", encontrando-se atualmente em sua quarta edição.

Exerceu o Magistério Superior de Direito Processual do Trabalho no curso de Graduação em Direito da Fac. Direito da USP, de Direito Administrativo e Direito Ambiental nos cursos de Graduação e Pós-Graduação da Universidade São Francisco; e de Direito Ambiental nos cursos de pós-graduação das Faculdades de Saúde Pública da USP e de Direito da PUC-SP, PUC-PR, PUC-Rio, Tancredo Neves (SP), UniAnchieta (Jundiaí).

Atualmente é professor de Direito Ambiental dos cursos de pós-graduação da Escola Paulista de Magistratura, do COGEAE-PUC/SP, da Escola de Advocacia Pública da PGE-SP e do NIMA-JUR/PUC-Rio.

É autor do Curso de Direito Ambiental, publicado pela Editora Revista dos Tribunais e atualmente em sua sexta edição.

Além das quatro obras individuais citadas, publicou na área jurídica dezenas de obras coletivas, na condição de organizador e de autor de capítulos, dentre as quais destacam-se: Direito Ambiental e Proteção dos Animais - Guilherme Purvin (org. e co-autor) - Letras Jurídicas; e Direito Ambiental e as funções essenciais à Justiça - Guilherme Purvin (org. e co-autor) & Antonio Herman Benjamin (org) - Revista dos Tribunais

A partir de maio de 2017 passou a exercer a atividade de consultor na área de Direito Ambiental, desenvolvendo ainda pesquisa científica no campo da Ecocrítica Literária aplicada ao magistério de Direito Ambiental.

É sócio-fundador e atual coordenador geral da Associação dos Professores de Direito Ambiental do Brasil - APRODAB

É também sócio-fundador e presidente honorário do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública - IBAP, ocupando atualmente o cargo de diretor-secretário geral e coordenador do GP-ELIDA (Grupo de Pesquisas de Ecocrítica Literária e Direito Ambiental).

É coordenador editorial da Revista de Direitos Difusos desde sua fundação em 2000 até hoje. A revista atualmente encontra-se em sua 87ª edição.

Atuação nas áreas da Literatura e do Jornalismo

Durante o Curso de Graduação em Direito, Guilherme Purvin integrou o Grupo de Teatro do XI de Agosto, na condição de autor das peças "Vamos comer pedregulhos?" (encenada nos anos de 1979 e 1980) e "O fantasma de Magali Bertée" (1980). Integrou a Sociedade Brasileira de Autores Teatrais - SBAT. 

Com Antenor Nascimento Neto, criou o legendário jornal humorístico Ponto Marginal, com circulação em âmbito universitário (Largo São Francisco e ECA-USP). O jornal teve oito edições, lançadas entre os anos de 1978 e 1981.

Foi aluno do Curso de Graduação em Jornalismo da Escola de Comunicações e Artes da USP no período de 1980 a 1984.

Em 1986, seu conto "A madrugada de Mariana" foi selecionado entre um total de aproximadamente dois mil autores inscritos em concurso promovido pela Editora Brasiliense para figurar na antologia "Contos Jovens" (Brasiliense, 1987).

Na década de 1990, criou o Cineclube do Centro de Estudos da PGE-SP, inaugurado com a exibição do filme "Cinema Paradiso", seguida de debates com a participação do fotógrafo e procurador do estado Eduardo Muylaert.

No âmbito do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública, participou da elaboração da Revista Advocacia Pública (atual Revista de Direito e Política), na qual ocasionalmente publicou crônicas sobre vida forense e poesias.

No início de 2000, criou o grupo literário "linguabrasileira", que teve a participação ainda de diversos poetas, contistas, cronistas e artistas plásticos de São Paulo e de Pernambuco, dentre os quais Marcos Ribeiro de Barros e Elisa Martins.

Desde 2012 vem publicando uma série de romances de teor ecológico e humorístico em parceria com o poeta e tradutor Guian de Bastos, residente em Amsterdam: Batalha das Libélulas, Queda de Babilônia, O advogado que entrou no armário, Às minhas fãs somente, As aventuras de Gordinho Roy e seus sete amigos pela Mata Atlântica, Memórias de um derrotado (como perdi a batalha de Itanhaém para um simples casalzinho de pirralhos) e Gladius Dei.

No ano de 2017 lançou pela Editora Letras do Pensamento o livro Laboratório de Manipulação, contendo dezessete contos e uma "apresentação" de sua autoria. 

Em 2018 concluiu a graduação em Letras na FFLCH-USP, habilitação em Inglês.

 

Desenvolve simultaneamente pesquisa em âmbito de pós-doutorado voltada à relação entre a obra de Italo Calvino e a evolução internacional do Direito Ambiental.

É o idealizador e coordenador da Revista PUB de Direito e Literatura (edições lançadas em 2016 e 2017 e co-editadas pelo IBAP, pelo SINDIPROESP e pela Associação dos Procuradores do Estado do Paraná) e dos "Diálogos Interdisciplinares sobre Meio Ambiente, Literatura e Direito" (eventos co-promovidos pelo IBAP, APRODAB e Universidade de São Paulo (Centro Maria Antônia em 2017 e PROLAM em 2018), com o apoio da Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região).

 

Integra o corpo permanente de colunistas do jornal "O Eco". 

Em novembro de 2019 lançou o livro de contos "Sambas & Polonaises" pela Editora Tribo da Ilha, com 16 novos, todos eles ilustrados com xilogravuras de sua própria autoria. O livro é prefaciado por Adriana Iozzi (Professora de Literatura Italiana da USP) e conta com posfácio de Carlos Marés (PUC-PR). 

O autor doou todos os direitos (autorais e de comercialização) ao IBAP. Todos os livros de ficção de Guilherme Purvin podem ser encomendados junto a referida entidade pelo telefone (11)3104-2819 ou por e-mail secretaria.ibap@gmail.com. 

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